Adolescente cristã é apedrejada por colegas de escola
Noticia 16/12/2025 | Administrador

Adolescente cristã é apedrejada por colegas de escola

Apesar da violência, menina não desiste de seguir a Jesus no Sudeste Asiático
Dayang* é uma adolescente tímida de 15 anos que vive em uma comunidade islâmica em um país do Sudeste Asiático. Seguir a Jesus ali é um risco diário, mas isso não impediu sua mãe, Jasmin*, de abraçar a fé cristã. Jasmin enfrentou rejeição da família e da comunidade, sendo rotulada como traidora da fé islâmica. Embora o pai de Dayang não tenha se convertido, ele permitiu que a esposa e a filha seguissem seu novo caminho.

O alvo na escola
Para Dayang, a perseguição é mais severa na escola. Ela é alvo constante de insultos e discriminação por causa de suas orações e crenças. “Dizem que, por causa da minha tribo, eu não deveria ser cristã e sim muçulmana”, explica. Como resultado direto dessa hostilidade, a jovem cristã possui apenas uma amiga.

A intolerância escalou de ofensas verbais para a violência física. Um dia, enquanto voltava para casa, Dayang foi apedrejada por alguns colegas. Apesar da dor física e da agressão, sua fé se manteve firme. Em um testemunho de convicção, a adolescente afirma: “Dói, mas eu não vou deixar Jesus”.

Sua mãe, Jasmin, cuidou das feridas visíveis e invisíveis da filha, compreendendo profundamente essa dor por experiência própria. Mesmo após a agressão, Dayang demonstrou coragem ao retornar à escola e continuar a conviver com aqueles que a discriminam. Sua certeza é inabalável: Jesus está presente em todos os momentos de sua vida.

Essa firmeza é cultivada por meio do apoio dos parceiros locais da Portas Abertas. Dayang participa de um treinamento de liderança jovem, nos encontros, ela estuda a Bíblia, canta e compartilha os sentimentos que estão em seu coração. Ela é discipulada, tem suas habilidades de liderança aprimoradas e se fortalece espiritualmente.

Outro ponto de força é a alegria da comunidade cristã. Antes da conversão da mãe, Dayang sabia que o Natal não era uma celebração para muçulmanos. Agora, mãe e filha celebram o nascimento de Jesus com sua igreja doméstica.

O pequeno grupo troca presentes, compartilha refeições e canta. Às vezes, eles conseguem visitar uma ilha próxima para um dia tranquilo, longe das pressões. Dayang testemunha: “Não temos muito, mas, quando estamos juntos no Natal, é um momento de alegria”.

*Nomes alterados por segurança.
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